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04/05/2020 02h13

Cerca de 85% dos casos de câncer de pulmão está associado ao tabagismo

No fim do século XX, o câncer de pulmão se tornou uma das principais causas de morte evitáveis

Os números sobre o câncer de pulmão assustam. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), cerca de 13% de todos os casos novos de câncer são de pulmão – ele é o primeiro em todo o mundo, desde 1985, em incidência e mortalidade. Em 85% dos casos diagnosticados, o câncer de pulmão está associado ao consumo de derivados do tabaco.

Dados mais recentes do INCA sobre o câncer de pulmão no Brasil são de 2015. Eles indicam que a doença foi responsável por 26.498 mortes no país. No fim do século XX, o câncer de pulmão se tornou uma das principais causas de morte evitáveis.

O cigarro é o principal fator de risco para o desenvolvimento do câncer de pulmão – a exposição passiva ao tabaco também desponta como um dos fatores de risco para o surgimento da doença. Apenas 16% dos cânceres são diagnosticados em estágio inicial (câncer localizado), para o qual a taxa de sobrevida de cinco anos é de 56%.

Sintomas

Geralmente, os sintomas só aparecem quando o câncer de pulmão já está em estágio avançado. Porém, algumas pessoas com a doença em fase inicial podem apresentar alguns sintomas, os mais comuns são: Tosse persistente, escarro com sangue, dor no peito, rouquidão, piora da falta de ar, perda de peso e de apetite, pneumonia recorrente ou bronquite e sentir-se cansado ou fraco.

Diagnóstico

A maneira mais fácil de diagnosticar o câncer de pulmão é através de raio-X do tórax complementado por tomografia computadorizada. A broncoscopia (endoscopia respiratória) deve ser realizada para avaliar a árvore traquebrônquica e, eventualmente, permitir a biópsia. É fundamental obter um diagnóstico de certeza, seja pela citologia ou patologia.

Tratamento

O tratamento do câncer de pulmão requer a participação de um grupo multidisciplinar, formado por oncologista, cirurgião torácico, pneumologista, radioterapeuta, radiologista intervencionista, médico nuclear, enfermeiro, fisioterapeuta, nutricionista e assistente social.

Para o adequado planejamento do tratamento, é necessário fazer o diagnóstico histológico e o estadiamento para definir se a doença está localizada no pulmão ou se existem focos em outros órgãos.

Para os pacientes com doença localizada, e, particularmente, sem linfonodo (gânglio) aumentado (íngua) no mediastino (região entre os dois pulmões), o tratamento é cirúrgico, seguido ou não de quimioterapia e/ou radioterapia.

Prevenção

As seguintes práticas contribuem para prevenção do câncer de pulmão:

Não fumar;
Evitar o tabagismo passivo; e
Evitar a exposição a agentes químicos (como arsênico, asbesto, berílio, cromo, radônio, urânio, níquel, cádmio, cloreto de vinila e éter de clorometil), presentes em determinados ambientes de trabalho.

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